Era inevitável. Mais dia menos dia algo (ou alguém) faria disparar o clique que torna algo simpático em necessidade absoluta para o próximo movimento respiratório, para obrigar a que o coração não volte a perder a sua batida seguinte, para que o caminhar não se torne em algo que temos de voltar a aprender.
Ainda mais se meia volta o tempo leva-nos de volta a um outro caminho da escola a casa, sem campos de cana, onde o pinhal e a areia nos davam todo o tempo do mundo para o regresso. Onde o futuro nos reservava todos os sonhos que agora são conquistados centímetro após centímetro. Onde o pôr do sol anunciava o fim do dia que tantas vezes agora só começa depois desse momento.
I recall a schoolboy coming home
Through fields of cane
To a house of tin and timber
And in the sky
A rain of falling cinders
From time to time
The waste memory-wastesI recall a boy in bigger pants
Like everyone
Just waiting for a chance
His father’s watch
He left it in the showers
From time to time
The waste memory-wastesI recall a bigger brighter world
A world of books
And silent times in thought
And then the railroad
The railroad takes him home
Through fields of cattle
Through fields of cane
From time to time
The waste memory-wastes
The waste memory-wastes
Further, longer, higher, older
No Comments Yet até agora
Publicar um comentário
<a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <pre> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>




